O texto" Animação cultural" de Vilém Flusser retrata, de forma inicialmente cômica, uma vontade dos objetos de serem valorizados e o desejo de fazer com que a humanidade viva em função deles através de uma "revolução objetiva". Flusser acaba antecipando o que acontece no mundo contemporâneo, uma inversão de valores, mostrada no filme "O dilema das redes" onde o homem está em função de sua própria criação deixando-o inanimado. Traz também um questionamento sobre até que ponto as pessoas são capazes de chegar para sanar a curiosidade? Ela se colocam em uma posição em que podem ser manipuladas e vendidas como produtos através do fornecimento de dados, num ramo onde tudo o que importa é o lucro e o poder e como consequência a identidade humana deixa de existir, o senso critico é decidido a partir de um algoritmo nas redes, o homem se torna cada vez mais ignorante e manipulável pela politica e o capitalismo. Em suma a humanidade é responsável pela criação dos objetos e tende cada vez mais a agir baseando-se em bens(tangíveis ou intangíveis) não só os tecnológicos, mas como os outros pertences também e a problematização está justamente nos uso inadequado e desenfreado desses bens.
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