Nestes capítulos o autor discorre sobre a recepção da fotografia, o universo fotográfico e fala ainda da filosofia nesse universo. Ao mencionar a recepção das fotografias enfatiza que a imagem física não passa de papel e portanto não tem valor para o receptor, o que realmente importa é a cena mostrada, que vai ser magicizada pela pessoa que verá a imagem e a tomará como realidade. Ainda que essa imagem esteja acompanhada de um artigo ele não é levado em consideração, pois o receptor "Não quer explicação sobre o que viu, apenas confirmação. Está farto de explicações de todo tipo. Explicações nada adiantam se comparadas com o que se vê." Nesse sentido não é considerado o contexto da imagem(as causas e efeito), com isso os aparelhos modelam seus receptores. Quando falamos de universo fotográfico é importante destacar que as imagens são ignoradas ao serem alteradas constantemente como Flusser explicita no trecho "O “progresso” se tornou ordinário e costumeiro; a informação e a aventura seriam a paralisação e o repouso. Neste universo tudo acontece ao acaso e se realizará necessariamente. O autor por fim defende o surgimento de uma filosofia da fotografia para que possamos ser livres em um mundo comandado por aparelhos, e alega "urgente por ser ela, talvez, a única revolução ainda possível."
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