No texto " A teoria do não-objeto" o autor inicialmente explica num contexto histórico a passagem da arte de algo figurativo que passa pelo abstrato, até que, com muita dificuldade, abandona representatividade, as molduras, bases, etc e chega no não-objeto, apresenta também seus conceitos e particularidades. O não-objeto existe por si só, não representa nada, diferente do figurativo e abstrato sua presença já é suficiente e o que o complementa é o papel do "espectador", este deixa de contempla-la e torna-se fundamental na sua composição participando ativamente. O não objeto não deixa de ser um objeto, mas é um objeto que não depende de nada além de si mesmo e proporciona experiências sensoriais e mentais.
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